21.2.06
(entre duas margens)
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"Vivemos (desde sempre?) uma situação em que a morte
se instala de graça e o curso dos dias suscita
o humor: a arriscada e soberana maneira de aprender
a rir de si mesmo, um si mesmo alargado a tudo o que
nos implica no desconcerto e no medo. Essa uma das
margens. A poesia a outra. A ponte o exercício de estar vivo."

Luanda, Janeiro de 1994
(in Ordem de esquecimento, 1997)
Ruy Duarte de Carvalho



Leio outra vez. Devagar. Bem devagar.
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Guardo em mim... esperando não esquecer.



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