15.9.05
A poesia e a economia
"Eugénio Gudin definiu a moeda como o instrumento de liberdade de escolha."

"Keynes afirmou que a moeda era um ponto entre o passado e o futuro, um meio de assegurar a continuidade da actividade (económica) através das descontinuidade da realidade presente."

Entre as desatenções e a infelicidade de ter que estudar economia vou-me deslumbrando com a poesia. Deixo-vos estas duas pérolas; manhas e arranjos para enganar a "grande depressão" em busca de maiores "produtividades".



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