28.8.05
reflexões de férias
Algumas reflexões de férias. Não são minhas, mas do Zé Maria Brito. Roubo-as sem descaramento:
«1 – Porque é que, quando se fala de comentadores ou analistas, os mais pessimistas são geralmente os que são considerados mais lúcidos e brilhantes?
2 – O que se passa com as pessoas que chegam ao final das férias mais cansadas que no seu começo?
3 – Considerar-se detentor de uma Verdade Absoluta não será cair na tentação de ser detentor de Deus?
4 – O que nos leva a rotular de ingénuas aquelas pessoas que confiam em toda a gente e que conseguem ver bondade em todo o lado?


E acrescento:
5 - Há quem não trace objectivos para a sua vida e escolha andar ao sabor da corrente. É um modo de vida possível e há quem seja feliz assim, sem querer fazer escolhas. Resta saber se as escolhas se farão certas substituindo quem as não quer fazer. Também há quem tenha tudo meticulosamente planeado de antemão e faça constantemente o balanço da sua felicidade em função dos objectivos traçados. Que espaço fica para o inesperado? Que espaço para nos ultrapassarmos a nós próprios e aos nossos objectivos mesquinhos?



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