1.7.05
o fim do Barnabé
Depois de dez dias fora da bloga, as novidades são muitas. O Barnabé chega ao fim -- polémico em vida, não podia deixar de o ser em morte, com epitáfios a espalhar-se por todos os cantos. O André já explicou que em vez de funeral teremos três dias de carnaval de verão, com piadas sobre o morto e jazz em música de fundo. Fica como contributo o espírito fúnebre de Sá Carneiro, para dizer que também nós estamos de luto:

Quando eu morrer batam em latas,
Rompam aos saltos e aos pinotes,
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!

Que o meu caixão vá sobre um burro
Ajaezado à andaluza...
A um morto nada se recusa,
Eu quero por força ir de burro.



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