9.5.05
a papoila
As papoilas juntavam-se umas às outras em pequenos tufos espaçados ao longo da linha do eléctrico. Arranquei uma e trouxe-a frágil, vermelha e preciosa. Guardei-a num livro precioso, como se faz a uma morta para a imortalizar, alma preciosa.

Espreito o livro. Nele a papoila brilha forte como sol.
Ela sempre foi sol, sempre foi força.



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