1.2.05
Revolução Personalista II
Ontem, continuei a escrita sobre o Personalismo na Terra da Alegria. Lá escrevem também o Afonso ("A Unidade do desejo") e o Marco ("Uma nova era se inicia"). E para abrir o apetite, dou a palavra a Emmanuel Mounier:

«Quase se poderia dizer que só existo na medida em que existo para os outros, ou numa frase-limite: ser é amar. Estas verdades são o próprio personalismo, a ponto de podermos dizer que há pleonasmo quando se designa a civilização que ele visa por personalista e comunitária. Exprimem, frente a persistentes idealismos e individualismos, a ideia de que o sujeito não se nutre autonomamente, que só possuímos aquilo a que damos ou aquilo a que nos damos, que não nos salvamos sozinhos, nem social, nem espiritualmente.»



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