6.1.05
Poesia para levar


Se na altura de se decidir se toma ou não alguma coisa a acompanhar o café ao jantar num restauramte, e havendo grandes hesitações, vires o pai de uma família constituída por pai, mãe e dois filhos ou filhas maiores de 17 anos dar um murro na mesa e dizer "quatro bagaços, porra", poderás dizer que se trata de uma família feliz.

Eastwood da Silva


Na Barraca está-se bem. Não é teatro, é o bar d'A Barraca. Foi de lá que recolhi a poesia para levar/trazer. Entre conversas sobre piano e muito humor descobri que muito provavelmente Eastwood da Silva é um óptimo pseudónimo para um dono de bar que subtilmente vai desvendando sensibilidades. Descobri ainda que na próxima 5ª feira vale a pena lá voltar, motivo: um pianista argentino, comunicador nato, de estilo algo tosco mas excelentes mãos* para o piano. Não recordo o nome deste pianista mas o conselho pareceu-me de aceitar, se não for pelo gosto de ouvir piano* pelo bar d'A Barraca onde a conversa flui.

*confesso que ao reler o post troquei "excelentes mãos" por "excelentes mãos para o piano" e "se não for pelo pianista" por "se não for pelo gosto de ouvir piano" por ser demasiado púdico e anti-pornografia nos blogs.


Lista para curiosos do piano:
- Erik Satie - "Gymno Pedies"
- Wim Mertens - "Stratégie de la rupture"
- Keith Jarret - "Koln concert", "Scala" e "Paris"
- Mompu - "Piano Works"
- Bernardo Sassetti - "Indigo"
- Thelonious Monk - "Solo Monk"
- Bill Evans - "Solo" e "You must believe in Spring"
- Bebo Valdez - "Suite?"
- Claude Debussy - "Prelúdios"
- Chano Dominguez

(oferecida pelo dono do dito Bar)



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