17.9.04
erotismo na b�blia [corrigido]
"o que n�o significa, por outro lado, que n�o fosse bem vinda uma outra vis�o da sexualidade humana por parte da Igreja".
(Filipe Alves na Terra da Alegria)

Entre os textos sagrados das v�rias religi�es, h� um que inclui um livro inteiro com um c�ntico nupcial -- a B�blia. Com uma dica do Jos�, descobri que o "Baghavad Git�", dos hindus, tem passagens er�ticas ainda mais expl�citas. Quando ler, prometo fazer uns recortes. Para j� fica o in�cio do C�ntico dos C�nticos:

Di�logo apaixonado
1 1C�ntico dos c�nticos, que � de Salom�o.

Ela
2Que ele me beije com beijos da sua boca!
Melhores s�o as tuas car�cias que o vinho,
3ao olfacto s�o agrad�veis os teus perfumes;
a tua fama � odor que se difunde.
Por isso te amam as donzelas.
4*Arrasta-me atr�s de ti. Corramos!
Fa�a-me entrar o rei em seus aposentos.
Folgaremos e alegrar-nos-emos contigo;
mais do que o vinho celebraremos teus amores.
Com raz�o elas te amam.

5*Sou morena, mas formosa,
mulheres de Jerusal�m,
como as tendas de Quedar,
como os tecidos de Salom�o.
6N�o estranheis eu ser morena:
foi o sol que me queimou.
Comigo se indignaram os filhos de minha m�e,
puseram-me de guarda �s vinhas;
e a minha pr�pria vinha n�o guardei.
7Avisa-me tu, amado do meu cora��o:
aonde levas o rebanho a apascentar?
Onde o recolhes ao meio-dia?
Que eu n�o tenha de vaguear oculta,
atr�s dos rebanhos dos teus companheiros.

Ele
8Se n�o tens disso conhecimento,
� mais bela das mulheres,
sai no encal�o do rebanho
e apascenta as tuas cabrinhas
junto �s cabanas dos pastores.

9*A uma �gua entre os carros do Fara�
eu te comparo, � minha amiga.
10Formosas s�o as tuas faces entre os brincos,
e o teu pesco�o com os colares!
11Para ti faremos arrecadas de ouro
com incrusta��es de prata.

Ela
12Enquanto o rei est� em seu div�,
o meu nardo d� o seu perfume.
13Uma bolsinha de mirra � o meu amado para mim,
que repousa entre os meus seios;
14*um cacho de alfena � o meu amado para mim,
das vinhas de En-Gu�di.

Ele
15Ah! Como �s bela, minha amiga!
Como s�o lindos os teus olhos de pomba!

Ela
16Ah! Como � belo o meu amado!
E como � doce,
como � verdejante o nosso leito!
17Cedros s�o as vigas da nossa casa,
e os ciprestes, o nosso tecto.

(tradu��o da Difusora B�blica)



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